quinta-feira, 20 de junho de 2013

Uma novo opção para conseguir crédito com valores altos e taxas de juros mais baixas



Uma nova modalidade de crédito na economia brasileira e pouco conhecida pelo consumidor, o Refinanciamento Imobiliário, onde a garantia pelo empréstimo é o próprio imóvel.
Segue abaixo vantagens e desvantagens para quem pretende efetuar esse tipo de operação de crédito:

Pontos Positivos
- Adquirir valores mais altos com taxas de juros mais baixas;
- Prazos flexíveis;
- Não tem necessidade de prestar contas as instituições financeiras sobre o que fazer com o dinheiro;
- Muito utilizado para reformas, construções, compras de terrenos e maquinários.

Pontos Negativos:
- Prazos longos que podem ser prejudiciais ao cliente caso não tenha feito o devido planejamento para o crédito;
- Burocracia do segmento imobiliário que impede interesse de grande parte dos consumidores, como avaliação do bem e comprovação de renda.

Dica: Excelente alternativa de crédito para valores mais altos, porem se for efetuado sem o devido planejamento, ou seja, operação feita de forma equivocada, o consumidor estará comprometido à longo prazo.


quinta-feira, 13 de junho de 2013

PLANEJANDO O FUTURO - INVESTIMENTO EM IMÓVEIS VIA CONSÓRCIO

Disciplina é um dos principais pilares para construirmos patrimônio

12.06.2013 - 23h40

Como vencer a falta de disciplina?


Defendi no artigo anterior (clique para ler) que nós, investidores brasileiros, estamos diante de uma necessária mudança de cultura. Ou aprendemos a enxergar (e planejar) o longo prazo e passamos a lidar melhor com o risco (optando por investimentos mais arrojados) ou estaremos fadados a rentabilidades modestas e, em muitos casos, equiparadas à inflação.
O tom das opiniões foi favorável às sugestões, o que denota amadurecimento na discussão, mas não faltaram mensagens apontando a falta de disciplina como o principal obstáculo para a mudança de hábitos proposta por mim. “Investir no longo prazo através de aportes constantes exige uma disciplina de investimento que o brasileiro não tem”, apontou Milena Coelho, de São Paulo.
É fato! Disciplina é um dos principais pilares para construirmos patrimônio. Mas, cuidado, podemos concordar com essa realidade e agir de duas formas distintas: apoiar-se nela, como uma muleta, para usá-la como justificativa para não crescer; ou encarar o desafio de criar novos hábitos que nos aproximem do desejado estado disciplinado.
Pense bem: qualquer área que desejamos desenvolver requer níveis de disciplina muito elevados, seja para estudar um tema de forma profunda, seja para frequentar determinados lugares ou mesmo para refletir sobre temas relacionados ao que queremos dominar. Ou seja, disciplina é pré-requisito para ser bem-sucedido.
Três formas de disciplinar-se para investir
1. Encare os investimentos como despesas
Os especialistas normalmente chamam este item de “Pague-se primeiro”. É simples: parte da receita líquida precisa ser destinada aos investimentos assim que ela cair na conta. Nada de usar o hábito comum da maioria que “investe se sobrar alguma coisa no fim do mês”.
Aquele que só investe quando sobra está disciplinado a não investir quando pode. É preciso inverter a equação e investir quando o dinheiro está disponível e disciplinar-se a viver com o que sobrar depois de respeitados os objetivos futuros (alvos do investimento).
2. Automatize seus investimentos
Conheço muita gente que reconhece que só consegue adquirir bens e construir patrimônio se tiver algum carnê para pagar. É aquele caso típico de quem compra carro financiado e considera que a hora de trocar de carro chega quando as parcelas acabam. “Hora de trocar de carro e pegar outro carnê”. Já viu esse tipo por ai?
A boa notícia é que este grupo também pode investir através de boletos e aplicações programadas. Investimentos de longo prazo como previdência privada podem ser contratados de forma a tornar o objetivo uma “dívida” (lembre-se do item anterior), bem como fundos e poupança podem ser alvo de investimentos programados através do Internet banking.
3. Crie uma rotina em outra área de interesse
Por fim, há um número grande de leitores que reluta em aceitar que a disciplina pode ser aprendida e incorporada como um novo hábito. Estas pessoas insistem em apoiar-se na muleta da desculpa de que “Para mim, não é tão simples colocar a disciplina no dia a dia”.
Façam como eu: esqueçam a ideia de mudar um hábito antigo e comecem algo totalmente novo, em outra área. Eu era sedentário e pouco disciplinado (para piorar, sou um TDAH diagnosticado). A rotina era questão de sobrevivência, então apelei para o esporte e comecei a caminhar, depois trotar e, finalmente, correr.
Os treinos precisam ser respeitados e essa realidade mostrou que eu poderia agir de forma semelhante com outras áreas da minha vida. Parece simplista, mas funcionou muito bem no meu caso. Depois de oito anos assim, tudo mudou bastante por aqui. O que posso é dizer é: experimente.
Fico por aqui. Deixei sua opinião no espaço de comentários e também no Twitter – sou o @Navarro por lá. Abraços e até semana que vem.

Inflação voltará para perto "perto" do centro da meta, diz Tombini



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Inflação voltará para "perto" do centro da meta, diz Tombini

Por Murilo Rodrigues Alves | Valor
BRASÍLIA  -  O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, reiterou na noite desta quarta-feira que a inflação vai voltar para “perto" do centro da meta estipulado pelo governo – variação de 4,5% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Em entrevista ao “Jornal da Record”, Tombini lembrou que o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juros nas duas últimas reuniões do colegiado, levando a Selic a 8% ao ano. “Estamos neste processo de combate à inflação, sem alívio neste momento”, disse.
A fala do presidente do BC foi ao ar após o telejornal exibir uma reportagem sobre os efeitos do aumento de preços para os brasileiros. Segundo a emissora, foi Tombini quem procurou o “Jornal da Record” para dar explicações. “A inflação está sob controle. Não daremos trégua no combate à inflação. Traremos a inflação mais para baixo, mais perto da nossa meta de 4,5%”, afirmou.
Pela manhã, a presidente Dilma Rousseff aproveitou o anúncio do programa “Minha Casa Melhor” para defender o compromisso do governo com o controle da inflação. “Não há a menor hipótese de meu governo não ter política de controle e combate à inflação”, disse.


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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Os custos que vão alem do Imóvel na hora da compra

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/os-custos-que-vao-alem-do-valor-do-imovel-na-hora-da-compra

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Informática atrasa processo sobre fraude no PanAmericano


Informática atrasa processo sobre fraude no PanAmericano

Por Maíra Magro | De Brasília
O processo contra ex-dirigentes do banco PanAmericano está parado há nove meses, na fase de defesa, por conta de alegações de advogados envolvendo o acesso a milhões de e-mails apreendidos pela Polícia Federal em computadores da instituição. Os dirigentes são acusados de gestão fraudulenta que teria causado um rombo de R$ 4,3 bilhões no banco.
No capítulo mais recente, o juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6ª Vara Federal Criminal em São Paulo, marcou uma audiência peculiar para resolver as questões referentes ao acesso às provas. Amanhã, os advogados dos 17 réus serão recebidos por peritos criminais do Núcleo de Criminalística da PF, junto com o juiz, para tentar solucionar problemas técnicos de informática. Os defensores reclamam que não conseguem abrir todos os arquivos constantes em oito "hard disks" (HDs) com cópias dos e-mails apreendidos. Eles alegam que os dados são fundamentais para responder as acusações.
A intenção do juiz, ao marcar a audiência, é evitar tentativas futuras da defesa de anular o processo por falta de acesso às provas.
No dia 4 de setembro, 14 ex-diretores e três ex-funcionários do PanAmericano se tornaram réus na ação penal. Entre eles estão o ex-presidente do Grupo Silvio Santos Luiz Sebastião Sandoval, o ex-presidente do PanAmericano Rafael Palladino e o ex-diretor financeiro Wilson Roberto de Aro.
Pela regra legal, as respostas escritas dos réus às alegações do Ministério Público são apresentadas dez dias depois que o juiz recebe a denúncia - o que, no caso, teria ocorrido em setembro. Mas na ocasião a defesa alegou que não teve acesso à íntegra dos e-mails mencionados como prova na denúncia, que estariam em computadores apreendidos pela PF.
O juiz, então, autorizou o acesso aos arquivos e prorrogou o prazo de resposta às acusações. Para isso, cada advogado levou oito HDs ao juízo e o Núcleo de Criminalística da PF copiou a documentação.
Em maio, com as cópias prontas, o juiz deu novo prazo de 20 dias para resposta dos réus.
Os advogados de três réus, porém, disseram que encontraram dificuldades técnicas para acessar a íntegra do material copiado. Alguns dizem que, para abrir os arquivos, teriam que comprar um software que custa R$ 25 mil.
"Assim sendo, para garantir o amplo acesso das defesas a todo o material colhido na investigação, determino a realização de audiência neste juízo, com a participação do perito criminal responsável pela elaboração das cópias das mídias, para identificação e saneamento das dificuldades encontradas no acesso aos dados", afirmou o juiz em seu despacho.
Na reunião, cada advogado deverá levar os HDs com as cópias. Solucionados os problemas técnicos, o juiz abrirá novo prazo para a defesa. A partir daí, começa a fase de instrução, nas quais são ouvidos réus e testemunhas. Se não houver novos pedidos, as audiências começariam no segundo semestre. Antes disso, porém, a pedido do MP, o juiz determinou o bloqueio dos bens de 13 ex-executivos do banco.


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Os Planos do BB para o Votorantim


Os planos do BB para o Votorantim

Por Carolina Mandl | De São Paulo
Quando fechar a negociação para assumir a maioria do capital total do Banco Votorantim, evento esperado para as próximas semanas, o Banco do Brasil (BB) terá investido na instituição financeira controlada pela família Ermirio de Moraes cerca de R$ 7,2 bilhões. Estará longe ainda, porém, de começar a ter algum retorno de um investimento que começou a ser feito em janeiro de 2009. Por enquanto, o Votorantim acumula um prejuízo de R$ 650 milhões desde a chegada do BB, cifra que ainda crescerá até o fim deste ano.
Mesmo diante desse quadro nada animador, o BB finaliza a negociação para desembolsar cerca de R$ 2 bilhões para ter 75% do capital total do banco, enquanto o controle continua a ser exercido pela família. Poderia se ater à fatia de 50% do capital que já possui e que consumiu investimento de R$ 5,2 bilhões, mas quer mais.

Se, quatro anos atrás, quando o BB entrou no capital do Votorantim, o principal interesse era estimular o consumo no país por meio um banco especializado no financiamento de veículos, agora o motivo de tanta atenção vai além. O BB quer que o Votorantim se transforme em sua plataforma para atividades nas quais não foi bem sucedido sozinho até hoje.
Uma delas é o crédito para não correntistas. É algo que Itaú Unibanco, Bradesco e Santander já fazem há cerca de uma década por meio de parcerias com varejistas, montadoras e correspondentes bancários. Enquanto isso, o BB se manteve concentrado na clientela que já estava dentro de casa.
Não se pode dizer que foi uma estratégia mal sucedida, afinal o BB é dono da maior carteira de crédito do país, com R$ 536,8 bilhões. Mas a avaliação é que isso faz com que o banco perca algumas oportunidades valiosas. É líder, por exemplo, em crédito consignado, mas só dá dinheiro para seus correntistas. Se tivesse utilizado a força de vendas dos chamados "pastinhas", poderia ter ido mais longe.
Hoje, os sistemas de análise de risco de crédito do BB só conseguem avaliar a diferença entre um bom e um mau pagador se o cliente for correntista, ou seja, já estiver um histórico na base do banco. Com o Votorantim, o BB quer conceder empréstimo imobiliário e crédito consignado, além do próprio financiamento de veículos, para quem está fora dos domínios das agências bancárias.
Claro que tudo isso poderia ser feito dentro do próprio BB, sem o investimento no Votorantim. Mas a avaliação do comando do banco é que o fato de ser controlado pelo governo federal tira sua agilidade para competir em certos nichos. Traz, por exemplo, a necessidade de concurso público nas contratações.
É justamente essa, na avaliação da cúpula do BB, a principal fragilidade para criação de um banco de investimento que possa fazer frente a Itaú BBA, Bradesco BBI e BTG Pactual. Limitado pelos concursos, o BB não consegue atrair um executivo da concorrência. Entre os bancos de investimento privados, a maior parte do pagamento é variável, atrelada ao desempenho dos executivos.
Por isso o BB quer 75% do capital total, mas não o controle do Votorantim. O banco estatal avalia que será capaz de transformar o Votorantim numa espécie de "pilar de mercado" do BB. Mas, para executar esse novo plano de negócio, o BB quer ter direito a um quinhão maior da instituição financeira, o que lhe dará também uma participação maior nos lucros - quando eles aparecerem. Em fase de tratativas contratuais, a expectativa é que a transação seja anunciada ainda este mês.
Um dos benefícios mais imediatos para o Votorantim com a maior participação do BB deve vir do lado do custo de captação, que se tornará mais próximo ao do banco controlado pela União. A partir disso, calcula-se que o retorno sobre o patrimônio líquido do Votorantim se elevaria à média da indústria bancária, perto dos 18%. Sem um funding mais barato, simulações mostraram que o retorno do Votorantim ficaria entre 12% e 16% tão logo a fase de saneamento da problemática carteira de financiamento de veículos - gerada até meados de 2011 - chegasse ao fim, algo que só deve estar resolvido em 2014 e que vem retardando o retorno do BB.
É justamente esse um dos argumentos usados para convencer a família Ermirio de Moraes a vender mais uma fatia do Votorantim. O clã passará a ter um quinhão menor de um negócio com retorno maior. Não está no radar da família hoje sair da atividade bancária, segundo pessoas próximas. Bastante focado em commodities, o grupo Votorantim tem no banco a sua diversificação no ramo de serviços.
O Banco do Brasil está ciente de que o retorno do grande investimento feito não virá em breve. Ao longo de 2013, apesar de este ainda ser um ano de prejuízo, o banco apresentará lucro em algum momento. Em 2014, a expectativa é que o Votorantim já fique no azul. Mas é só a partir de 2015, segundo o Valor apurou, que o banco poderá ser considerado 100% sanado, sem que erros do passado atrapalhem mais seu desempenho.
Em outras palavras, é a partir de 2015 que o investimento deve começar a se pagar. É também nesse horizonte de tempo que um novo plano para o Votorantim tende a ser colocado em prática. A ideia acalentada, hoje, é fazer uma oferta inicial de ações do banco, replicando o modelo já testado neste ano com a BB Seguridade, empresa de seguros, previdência e capitalização do BB.


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