Entrevista gravada com Serginho Carnevale, onde comento sobre cadastro positivo dos bancos, empréstimos consignados INSS.
Acessem o link abaixo e ouçam a entrevista:
https://soundcloud.com/serginho-carnevale/cadastro-positivo-e-empr-stimo
Especialista nos setores de Crédito Consignado INSS, Consórcio e Investimentos. Bacharel em Publicidade, Pós Graduado em Administração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Terra Coaching: Depoimento de Thiago Zavatti
Depoimento sobre coaching ministrado por Lisa Fontana, interessante para quem pretende planejar, reorganizar as áreas de suas vidas e equilibrar teorias com ações na pratica.
http://youtu.be/WARigjx_QaI
http://youtu.be/WARigjx_QaI
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
ENTREVISTA: CADASTRO POSITIVO E EMPRÉSTIMO CONSIGNADO
Meus Amigos
Segue link abaixo em entrevista com Serginho Carnevale, onde comento sobre o Cadastro Positivo dos Bancos e Empréstimos Consignados.
Forte Abraço
Thiago Zavatti
https://soundcloud.com/serginho-carnevale/cadastro-positivo-e-empr-stimo
Segue link abaixo em entrevista com Serginho Carnevale, onde comento sobre o Cadastro Positivo dos Bancos e Empréstimos Consignados.
Forte Abraço
Thiago Zavatti
https://soundcloud.com/serginho-carnevale/cadastro-positivo-e-empr-stimo
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
COMENTARIO: Bancos estreiam no cadastro de bons pagadores
Pessoal
Vou compartilhar com vocês sobre a minha opinião referente a publicação do link abaixo do VALOR ECONÔMICO sobre o tema cadastro positivo, uma nova ação que tem como teoria melhorar a qualidade de analise de crédito das instituições financeiras e ao mesmo tempo combater o alto índice de inadimplência que aterroriza o nosso mercado.
Sou completamente a favor do cadastro positivo, desde que seja bem elaborado com os melhores critérios possíveis, pois ajuda a combater a inadimplência, melhora a qualidade das concessões de créditos e sobretudo, com menos devedores o custo de dinheiro diminui e consequentemente o consumidor terá acesso a taxas de juros mais competitivas.
A questão é a seguinte: Como será esse critério? De que forma sera executado? Como as instituições financeiras vão separar o adimplente do inadimplente?
A minha passagem por instituições financeiras durante minha carreira me proporcionou vários aprendizados, onde nem sempre um cliente que paga com atraso pode ser considerado um cliente ruim. Existem casos e casos, mas temos que combater aqueles que agem de extrema ma fé nas negociações de crédito, mas não podemos punir aqueles que devido a um período financeiro negativo em suas vidas sejam taxados de pagadores duvidosos. Temos que chegar a um meio termo que combata a inadimplência e exclua somente os consumidores de ma fé, aqueles que sempre pagam em atraso um contrato inteiro, têm o habito do calote e muitas vezes prejudicam aqueles que agem de boa fé. Jamais devemos excluir aqueles que tiveram períodos negativos em suas vidas e que podem voltar a serem bons compradores novamente.
Concluo que o cadastro positivo é uma evolução ao sistema financeiro do Brasil, mas se houver critérios errôneos, corremos o risco de excluir do mercado clientes que podem ser bons compradores no futuro e isso não pode acontecer numa sociedade onde o acesso ao crédito é fundamental para oxigenação do mercado e da economia.
Forte Abraço
Thiago Zavatti
Link da reportagem:
http://www.valor.com.br/u/3218298
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Tenha equilíbrio para poder poupar - Mais Dinheiro
"O segredo para poupar e conseguir ter uma vida prazerosa é o equilíbrio. Poupando um pouquinho a cada mês é possível ter uma vida tranquila hoje e, também, no futuro." Gustavo Cerbasi
Tenha equilíbrio para poder poupar - Mais Dinheiro
Tenha equilíbrio para poder poupar - Mais Dinheiro
domingo, 28 de julho de 2013
Entrevista com Serginho Carnevale TEMA: CONSÓRCIO - PARTE I
Meus Amigos (as)
Estivemos no Programa Show do Meio Dia com Serginho Carnevale, onde ressaltamos as vantagens do consórcio de Imóveis, as diferenças entre consórcios e financiamentos e como funciona o consórcio de serviços.
Acesse, Confira e Compartilhe:
https://soundcloud.com/serginho-carnevale-2/cons-rcio-d-vidas-e-respostas
Forte Abraço
Thiago Zavatti
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Uma novo opção para conseguir crédito com valores altos e taxas de juros mais baixas
Uma nova modalidade de
crédito na economia brasileira e pouco conhecida pelo consumidor, o
Refinanciamento Imobiliário, onde a garantia pelo empréstimo é o próprio imóvel.
Segue abaixo vantagens e
desvantagens para quem pretende efetuar esse tipo de operação de crédito:
Pontos
Positivos
- Adquirir valores mais
altos com taxas de juros mais baixas;
- Prazos flexíveis;
- Não tem necessidade de
prestar contas as instituições financeiras sobre o que fazer com o dinheiro;
- Muito utilizado para
reformas, construções, compras de terrenos e maquinários.
Pontos
Negativos:
- Prazos longos que
podem ser prejudiciais ao cliente caso não tenha feito o devido planejamento
para o crédito;
- Burocracia do segmento
imobiliário que impede interesse de grande parte dos consumidores, como avaliação
do bem e comprovação de renda.
Dica:
Excelente alternativa de crédito para valores mais altos, porem se for efetuado
sem o devido planejamento, ou seja, operação feita de forma equivocada, o
consumidor estará comprometido à longo prazo.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Disciplina é um dos principais pilares para construirmos patrimônio
12.06.2013 - 23h40
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Como vencer a falta de disciplina?
Conrado Navarro
Defendi no artigo anterior (clique para ler) que nós, investidores brasileiros, estamos diante de uma necessária mudança de cultura. Ou aprendemos a enxergar (e planejar) o longo prazo e passamos a lidar melhor com o risco (optando por investimentos mais arrojados) ou estaremos fadados a rentabilidades modestas e, em muitos casos, equiparadas à inflação.
O tom das opiniões foi favorável às sugestões, o que denota amadurecimento na discussão, mas não faltaram mensagens apontando a falta de disciplina como o principal obstáculo para a mudança de hábitos proposta por mim. “Investir no longo prazo através de aportes constantes exige uma disciplina de investimento que o brasileiro não tem”, apontou Milena Coelho, de São Paulo.
É fato! Disciplina é um dos principais pilares para construirmos patrimônio. Mas, cuidado, podemos concordar com essa realidade e agir de duas formas distintas: apoiar-se nela, como uma muleta, para usá-la como justificativa para não crescer; ou encarar o desafio de criar novos hábitos que nos aproximem do desejado estado disciplinado.
Pense bem: qualquer área que desejamos desenvolver requer níveis de disciplina muito elevados, seja para estudar um tema de forma profunda, seja para frequentar determinados lugares ou mesmo para refletir sobre temas relacionados ao que queremos dominar. Ou seja, disciplina é pré-requisito para ser bem-sucedido.
Três formas de disciplinar-se para investir
1. Encare os investimentos como despesas
Os especialistas normalmente chamam este item de “Pague-se primeiro”. É simples: parte da receita líquida precisa ser destinada aos investimentos assim que ela cair na conta. Nada de usar o hábito comum da maioria que “investe se sobrar alguma coisa no fim do mês”.
Aquele que só investe quando sobra está disciplinado a não investir quando pode. É preciso inverter a equação e investir quando o dinheiro está disponível e disciplinar-se a viver com o que sobrar depois de respeitados os objetivos futuros (alvos do investimento).
2. Automatize seus investimentos
Conheço muita gente que reconhece que só consegue adquirir bens e construir patrimônio se tiver algum carnê para pagar. É aquele caso típico de quem compra carro financiado e considera que a hora de trocar de carro chega quando as parcelas acabam. “Hora de trocar de carro e pegar outro carnê”. Já viu esse tipo por ai?
A boa notícia é que este grupo também pode investir através de boletos e aplicações programadas. Investimentos de longo prazo como previdência privada podem ser contratados de forma a tornar o objetivo uma “dívida” (lembre-se do item anterior), bem como fundos e poupança podem ser alvo de investimentos programados através do Internet banking.
3. Crie uma rotina em outra área de interesse
Por fim, há um número grande de leitores que reluta em aceitar que a disciplina pode ser aprendida e incorporada como um novo hábito. Estas pessoas insistem em apoiar-se na muleta da desculpa de que “Para mim, não é tão simples colocar a disciplina no dia a dia”.
Façam como eu: esqueçam a ideia de mudar um hábito antigo e comecem algo totalmente novo, em outra área. Eu era sedentário e pouco disciplinado (para piorar, sou um TDAH diagnosticado). A rotina era questão de sobrevivência, então apelei para o esporte e comecei a caminhar, depois trotar e, finalmente, correr.
Os treinos precisam ser respeitados e essa realidade mostrou que eu poderia agir de forma semelhante com outras áreas da minha vida. Parece simplista, mas funcionou muito bem no meu caso. Depois de oito anos assim, tudo mudou bastante por aqui. O que posso é dizer é: experimente.
Fico por aqui. Deixei sua opinião no espaço de comentários e também no Twitter – sou o @Navarro por lá. Abraços e até semana que vem.
O tom das opiniões foi favorável às sugestões, o que denota amadurecimento na discussão, mas não faltaram mensagens apontando a falta de disciplina como o principal obstáculo para a mudança de hábitos proposta por mim. “Investir no longo prazo através de aportes constantes exige uma disciplina de investimento que o brasileiro não tem”, apontou Milena Coelho, de São Paulo.
É fato! Disciplina é um dos principais pilares para construirmos patrimônio. Mas, cuidado, podemos concordar com essa realidade e agir de duas formas distintas: apoiar-se nela, como uma muleta, para usá-la como justificativa para não crescer; ou encarar o desafio de criar novos hábitos que nos aproximem do desejado estado disciplinado.
Pense bem: qualquer área que desejamos desenvolver requer níveis de disciplina muito elevados, seja para estudar um tema de forma profunda, seja para frequentar determinados lugares ou mesmo para refletir sobre temas relacionados ao que queremos dominar. Ou seja, disciplina é pré-requisito para ser bem-sucedido.
Três formas de disciplinar-se para investir
1. Encare os investimentos como despesas
Os especialistas normalmente chamam este item de “Pague-se primeiro”. É simples: parte da receita líquida precisa ser destinada aos investimentos assim que ela cair na conta. Nada de usar o hábito comum da maioria que “investe se sobrar alguma coisa no fim do mês”.
Aquele que só investe quando sobra está disciplinado a não investir quando pode. É preciso inverter a equação e investir quando o dinheiro está disponível e disciplinar-se a viver com o que sobrar depois de respeitados os objetivos futuros (alvos do investimento).
2. Automatize seus investimentos
Conheço muita gente que reconhece que só consegue adquirir bens e construir patrimônio se tiver algum carnê para pagar. É aquele caso típico de quem compra carro financiado e considera que a hora de trocar de carro chega quando as parcelas acabam. “Hora de trocar de carro e pegar outro carnê”. Já viu esse tipo por ai?
A boa notícia é que este grupo também pode investir através de boletos e aplicações programadas. Investimentos de longo prazo como previdência privada podem ser contratados de forma a tornar o objetivo uma “dívida” (lembre-se do item anterior), bem como fundos e poupança podem ser alvo de investimentos programados através do Internet banking.
3. Crie uma rotina em outra área de interesse
Por fim, há um número grande de leitores que reluta em aceitar que a disciplina pode ser aprendida e incorporada como um novo hábito. Estas pessoas insistem em apoiar-se na muleta da desculpa de que “Para mim, não é tão simples colocar a disciplina no dia a dia”.
Façam como eu: esqueçam a ideia de mudar um hábito antigo e comecem algo totalmente novo, em outra área. Eu era sedentário e pouco disciplinado (para piorar, sou um TDAH diagnosticado). A rotina era questão de sobrevivência, então apelei para o esporte e comecei a caminhar, depois trotar e, finalmente, correr.
Os treinos precisam ser respeitados e essa realidade mostrou que eu poderia agir de forma semelhante com outras áreas da minha vida. Parece simplista, mas funcionou muito bem no meu caso. Depois de oito anos assim, tudo mudou bastante por aqui. O que posso é dizer é: experimente.
Fico por aqui. Deixei sua opinião no espaço de comentários e também no Twitter – sou o @Navarro por lá. Abraços e até semana que vem.
Inflação voltará para perto "perto" do centro da meta, diz Tombini
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Por Murilo Rodrigues Alves | Valor
BRASÍLIA - O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, reiterou na noite desta quarta-feira que a inflação vai voltar para “perto" do centro da meta estipulado pelo governo – variação de 4,5% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Em entrevista ao “Jornal da Record”, Tombini lembrou que o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juros nas duas últimas reuniões do colegiado, levando a Selic a 8% ao ano. “Estamos neste processo de combate à inflação, sem alívio neste momento”, disse.
A fala do presidente do BC foi ao ar após o telejornal exibir uma reportagem sobre os efeitos do aumento de preços para os brasileiros. Segundo a emissora, foi Tombini quem procurou o “Jornal da Record” para dar explicações. “A inflação está sob controle. Não daremos trégua no combate à inflação. Traremos a inflação mais para baixo, mais perto da nossa meta de 4,5%”, afirmou.
Pela manhã, a presidente Dilma Rousseff aproveitou o anúncio do programa “Minha Casa Melhor” para defender o compromisso do governo com o controle da inflação. “Não há a menor hipótese de meu governo não ter política de controle e combate à inflação”, disse.
Em entrevista ao “Jornal da Record”, Tombini lembrou que o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juros nas duas últimas reuniões do colegiado, levando a Selic a 8% ao ano. “Estamos neste processo de combate à inflação, sem alívio neste momento”, disse.
A fala do presidente do BC foi ao ar após o telejornal exibir uma reportagem sobre os efeitos do aumento de preços para os brasileiros. Segundo a emissora, foi Tombini quem procurou o “Jornal da Record” para dar explicações. “A inflação está sob controle. Não daremos trégua no combate à inflação. Traremos a inflação mais para baixo, mais perto da nossa meta de 4,5%”, afirmou.
Pela manhã, a presidente Dilma Rousseff aproveitou o anúncio do programa “Minha Casa Melhor” para defender o compromisso do governo com o controle da inflação. “Não há a menor hipótese de meu governo não ter política de controle e combate à inflação”, disse.
© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.
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http://www.valor.com.br/brasil/3159486/inflacao-voltara-para-perto-do-centro-da-meta-diz-tombini#ixzz2W6CyLFVv
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
Os custos que vão alem do Imóvel na hora da compra
http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/os-custos-que-vao-alem-do-valor-do-imovel-na-hora-da-compra
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Informática atrasa processo sobre fraude no PanAmericano
Informática atrasa processo sobre fraude no PanAmericano
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Por Maíra Magro | De Brasília
O processo contra ex-dirigentes do banco PanAmericano está parado há nove meses, na fase de defesa, por conta de alegações de advogados envolvendo o acesso a milhões de e-mails apreendidos pela Polícia Federal em computadores da instituição. Os dirigentes são acusados de gestão fraudulenta que teria causado um rombo de R$ 4,3 bilhões no banco.
No capítulo mais recente, o juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6ª Vara Federal Criminal em São Paulo, marcou uma audiência peculiar para resolver as questões referentes ao acesso às provas. Amanhã, os advogados dos 17 réus serão recebidos por peritos criminais do Núcleo de Criminalística da PF, junto com o juiz, para tentar solucionar problemas técnicos de informática. Os defensores reclamam que não conseguem abrir todos os arquivos constantes em oito "hard disks" (HDs) com cópias dos e-mails apreendidos. Eles alegam que os dados são fundamentais para responder as acusações.
A intenção do juiz, ao marcar a audiência, é evitar tentativas futuras da defesa de anular o processo por falta de acesso às provas.
No dia 4 de setembro, 14 ex-diretores e três ex-funcionários do PanAmericano se tornaram réus na ação penal. Entre eles estão o ex-presidente do Grupo Silvio Santos Luiz Sebastião Sandoval, o ex-presidente do PanAmericano Rafael Palladino e o ex-diretor financeiro Wilson Roberto de Aro.
Pela regra legal, as respostas escritas dos réus às alegações do Ministério Público são apresentadas dez dias depois que o juiz recebe a denúncia - o que, no caso, teria ocorrido em setembro. Mas na ocasião a defesa alegou que não teve acesso à íntegra dos e-mails mencionados como prova na denúncia, que estariam em computadores apreendidos pela PF.
O juiz, então, autorizou o acesso aos arquivos e prorrogou o prazo de resposta às acusações. Para isso, cada advogado levou oito HDs ao juízo e o Núcleo de Criminalística da PF copiou a documentação.
Em maio, com as cópias prontas, o juiz deu novo prazo de 20 dias para resposta dos réus.
Os advogados de três réus, porém, disseram que encontraram dificuldades técnicas para acessar a íntegra do material copiado. Alguns dizem que, para abrir os arquivos, teriam que comprar um software que custa R$ 25 mil.
"Assim sendo, para garantir o amplo acesso das defesas a todo o material colhido na investigação, determino a realização de audiência neste juízo, com a participação do perito criminal responsável pela elaboração das cópias das mídias, para identificação e saneamento das dificuldades encontradas no acesso aos dados", afirmou o juiz em seu despacho.
Na reunião, cada advogado deverá levar os HDs com as cópias. Solucionados os problemas técnicos, o juiz abrirá novo prazo para a defesa. A partir daí, começa a fase de instrução, nas quais são ouvidos réus e testemunhas. Se não houver novos pedidos, as audiências começariam no segundo semestre. Antes disso, porém, a pedido do MP, o juiz determinou o bloqueio dos bens de 13 ex-executivos do banco.
No capítulo mais recente, o juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6ª Vara Federal Criminal em São Paulo, marcou uma audiência peculiar para resolver as questões referentes ao acesso às provas. Amanhã, os advogados dos 17 réus serão recebidos por peritos criminais do Núcleo de Criminalística da PF, junto com o juiz, para tentar solucionar problemas técnicos de informática. Os defensores reclamam que não conseguem abrir todos os arquivos constantes em oito "hard disks" (HDs) com cópias dos e-mails apreendidos. Eles alegam que os dados são fundamentais para responder as acusações.
A intenção do juiz, ao marcar a audiência, é evitar tentativas futuras da defesa de anular o processo por falta de acesso às provas.
No dia 4 de setembro, 14 ex-diretores e três ex-funcionários do PanAmericano se tornaram réus na ação penal. Entre eles estão o ex-presidente do Grupo Silvio Santos Luiz Sebastião Sandoval, o ex-presidente do PanAmericano Rafael Palladino e o ex-diretor financeiro Wilson Roberto de Aro.
Pela regra legal, as respostas escritas dos réus às alegações do Ministério Público são apresentadas dez dias depois que o juiz recebe a denúncia - o que, no caso, teria ocorrido em setembro. Mas na ocasião a defesa alegou que não teve acesso à íntegra dos e-mails mencionados como prova na denúncia, que estariam em computadores apreendidos pela PF.
O juiz, então, autorizou o acesso aos arquivos e prorrogou o prazo de resposta às acusações. Para isso, cada advogado levou oito HDs ao juízo e o Núcleo de Criminalística da PF copiou a documentação.
Em maio, com as cópias prontas, o juiz deu novo prazo de 20 dias para resposta dos réus.
Os advogados de três réus, porém, disseram que encontraram dificuldades técnicas para acessar a íntegra do material copiado. Alguns dizem que, para abrir os arquivos, teriam que comprar um software que custa R$ 25 mil.
"Assim sendo, para garantir o amplo acesso das defesas a todo o material colhido na investigação, determino a realização de audiência neste juízo, com a participação do perito criminal responsável pela elaboração das cópias das mídias, para identificação e saneamento das dificuldades encontradas no acesso aos dados", afirmou o juiz em seu despacho.
Na reunião, cada advogado deverá levar os HDs com as cópias. Solucionados os problemas técnicos, o juiz abrirá novo prazo para a defesa. A partir daí, começa a fase de instrução, nas quais são ouvidos réus e testemunhas. Se não houver novos pedidos, as audiências começariam no segundo semestre. Antes disso, porém, a pedido do MP, o juiz determinou o bloqueio dos bens de 13 ex-executivos do banco.
© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.
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http://www.valor.com.br/financas/3154806/informatica-atrasa-processo-sobre-fraude-no-panamericano#ixzz2VooQd43J
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Os Planos do BB para o Votorantim
Os planos do BB para o Votorantim
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Por Carolina Mandl | De São Paulo
Quando fechar a negociação para assumir a maioria do capital total do Banco Votorantim, evento esperado para as próximas semanas, o Banco do Brasil (BB) terá investido na instituição financeira controlada pela família Ermirio de Moraes cerca de R$ 7,2 bilhões. Estará longe ainda, porém, de começar a ter algum retorno de um investimento que começou a ser feito em janeiro de 2009. Por enquanto, o Votorantim acumula um prejuízo de R$ 650 milhões desde a chegada do BB, cifra que ainda crescerá até o fim deste ano.
Mesmo diante desse quadro nada animador, o BB finaliza a negociação para desembolsar cerca de R$ 2 bilhões para ter 75% do capital total do banco, enquanto o controle continua a ser exercido pela família. Poderia se ater à fatia de 50% do capital que já possui e que consumiu investimento de R$ 5,2 bilhões, mas quer mais.
Se, quatro anos atrás, quando o BB entrou no capital do Votorantim, o principal interesse era estimular o consumo no país por meio um banco especializado no financiamento de veículos, agora o motivo de tanta atenção vai além. O BB quer que o Votorantim se transforme em sua plataforma para atividades nas quais não foi bem sucedido sozinho até hoje.
Uma delas é o crédito para não correntistas. É algo que Itaú Unibanco, Bradesco e Santander já fazem há cerca de uma década por meio de parcerias com varejistas, montadoras e correspondentes bancários. Enquanto isso, o BB se manteve concentrado na clientela que já estava dentro de casa.
Não se pode dizer que foi uma estratégia mal sucedida, afinal o BB é dono da maior carteira de crédito do país, com R$ 536,8 bilhões. Mas a avaliação é que isso faz com que o banco perca algumas oportunidades valiosas. É líder, por exemplo, em crédito consignado, mas só dá dinheiro para seus correntistas. Se tivesse utilizado a força de vendas dos chamados "pastinhas", poderia ter ido mais longe.
Hoje, os sistemas de análise de risco de crédito do BB só conseguem avaliar a diferença entre um bom e um mau pagador se o cliente for correntista, ou seja, já estiver um histórico na base do banco. Com o Votorantim, o BB quer conceder empréstimo imobiliário e crédito consignado, além do próprio financiamento de veículos, para quem está fora dos domínios das agências bancárias.
Claro que tudo isso poderia ser feito dentro do próprio BB, sem o investimento no Votorantim. Mas a avaliação do comando do banco é que o fato de ser controlado pelo governo federal tira sua agilidade para competir em certos nichos. Traz, por exemplo, a necessidade de concurso público nas contratações.
É justamente essa, na avaliação da cúpula do BB, a principal fragilidade para criação de um banco de investimento que possa fazer frente a Itaú BBA, Bradesco BBI e BTG Pactual. Limitado pelos concursos, o BB não consegue atrair um executivo da concorrência. Entre os bancos de investimento privados, a maior parte do pagamento é variável, atrelada ao desempenho dos executivos.
Por isso o BB quer 75% do capital total, mas não o controle do Votorantim. O banco estatal avalia que será capaz de transformar o Votorantim numa espécie de "pilar de mercado" do BB. Mas, para executar esse novo plano de negócio, o BB quer ter direito a um quinhão maior da instituição financeira, o que lhe dará também uma participação maior nos lucros - quando eles aparecerem. Em fase de tratativas contratuais, a expectativa é que a transação seja anunciada ainda este mês.
Um dos benefícios mais imediatos para o Votorantim com a maior participação do BB deve vir do lado do custo de captação, que se tornará mais próximo ao do banco controlado pela União. A partir disso, calcula-se que o retorno sobre o patrimônio líquido do Votorantim se elevaria à média da indústria bancária, perto dos 18%. Sem um funding mais barato, simulações mostraram que o retorno do Votorantim ficaria entre 12% e 16% tão logo a fase de saneamento da problemática carteira de financiamento de veículos - gerada até meados de 2011 - chegasse ao fim, algo que só deve estar resolvido em 2014 e que vem retardando o retorno do BB.
É justamente esse um dos argumentos usados para convencer a família Ermirio de Moraes a vender mais uma fatia do Votorantim. O clã passará a ter um quinhão menor de um negócio com retorno maior. Não está no radar da família hoje sair da atividade bancária, segundo pessoas próximas. Bastante focado em commodities, o grupo Votorantim tem no banco a sua diversificação no ramo de serviços.
O Banco do Brasil está ciente de que o retorno do grande investimento feito não virá em breve. Ao longo de 2013, apesar de este ainda ser um ano de prejuízo, o banco apresentará lucro em algum momento. Em 2014, a expectativa é que o Votorantim já fique no azul. Mas é só a partir de 2015, segundo o Valor apurou, que o banco poderá ser considerado 100% sanado, sem que erros do passado atrapalhem mais seu desempenho.
Em outras palavras, é a partir de 2015 que o investimento deve começar a se pagar. É também nesse horizonte de tempo que um novo plano para o Votorantim tende a ser colocado em prática. A ideia acalentada, hoje, é fazer uma oferta inicial de ações do banco, replicando o modelo já testado neste ano com a BB Seguridade, empresa de seguros, previdência e capitalização do BB.
Mesmo diante desse quadro nada animador, o BB finaliza a negociação para desembolsar cerca de R$ 2 bilhões para ter 75% do capital total do banco, enquanto o controle continua a ser exercido pela família. Poderia se ater à fatia de 50% do capital que já possui e que consumiu investimento de R$ 5,2 bilhões, mas quer mais.
Se, quatro anos atrás, quando o BB entrou no capital do Votorantim, o principal interesse era estimular o consumo no país por meio um banco especializado no financiamento de veículos, agora o motivo de tanta atenção vai além. O BB quer que o Votorantim se transforme em sua plataforma para atividades nas quais não foi bem sucedido sozinho até hoje.
Uma delas é o crédito para não correntistas. É algo que Itaú Unibanco, Bradesco e Santander já fazem há cerca de uma década por meio de parcerias com varejistas, montadoras e correspondentes bancários. Enquanto isso, o BB se manteve concentrado na clientela que já estava dentro de casa.
Não se pode dizer que foi uma estratégia mal sucedida, afinal o BB é dono da maior carteira de crédito do país, com R$ 536,8 bilhões. Mas a avaliação é que isso faz com que o banco perca algumas oportunidades valiosas. É líder, por exemplo, em crédito consignado, mas só dá dinheiro para seus correntistas. Se tivesse utilizado a força de vendas dos chamados "pastinhas", poderia ter ido mais longe.
Hoje, os sistemas de análise de risco de crédito do BB só conseguem avaliar a diferença entre um bom e um mau pagador se o cliente for correntista, ou seja, já estiver um histórico na base do banco. Com o Votorantim, o BB quer conceder empréstimo imobiliário e crédito consignado, além do próprio financiamento de veículos, para quem está fora dos domínios das agências bancárias.
Claro que tudo isso poderia ser feito dentro do próprio BB, sem o investimento no Votorantim. Mas a avaliação do comando do banco é que o fato de ser controlado pelo governo federal tira sua agilidade para competir em certos nichos. Traz, por exemplo, a necessidade de concurso público nas contratações.
É justamente essa, na avaliação da cúpula do BB, a principal fragilidade para criação de um banco de investimento que possa fazer frente a Itaú BBA, Bradesco BBI e BTG Pactual. Limitado pelos concursos, o BB não consegue atrair um executivo da concorrência. Entre os bancos de investimento privados, a maior parte do pagamento é variável, atrelada ao desempenho dos executivos.
Por isso o BB quer 75% do capital total, mas não o controle do Votorantim. O banco estatal avalia que será capaz de transformar o Votorantim numa espécie de "pilar de mercado" do BB. Mas, para executar esse novo plano de negócio, o BB quer ter direito a um quinhão maior da instituição financeira, o que lhe dará também uma participação maior nos lucros - quando eles aparecerem. Em fase de tratativas contratuais, a expectativa é que a transação seja anunciada ainda este mês.
Um dos benefícios mais imediatos para o Votorantim com a maior participação do BB deve vir do lado do custo de captação, que se tornará mais próximo ao do banco controlado pela União. A partir disso, calcula-se que o retorno sobre o patrimônio líquido do Votorantim se elevaria à média da indústria bancária, perto dos 18%. Sem um funding mais barato, simulações mostraram que o retorno do Votorantim ficaria entre 12% e 16% tão logo a fase de saneamento da problemática carteira de financiamento de veículos - gerada até meados de 2011 - chegasse ao fim, algo que só deve estar resolvido em 2014 e que vem retardando o retorno do BB.
É justamente esse um dos argumentos usados para convencer a família Ermirio de Moraes a vender mais uma fatia do Votorantim. O clã passará a ter um quinhão menor de um negócio com retorno maior. Não está no radar da família hoje sair da atividade bancária, segundo pessoas próximas. Bastante focado em commodities, o grupo Votorantim tem no banco a sua diversificação no ramo de serviços.
O Banco do Brasil está ciente de que o retorno do grande investimento feito não virá em breve. Ao longo de 2013, apesar de este ainda ser um ano de prejuízo, o banco apresentará lucro em algum momento. Em 2014, a expectativa é que o Votorantim já fique no azul. Mas é só a partir de 2015, segundo o Valor apurou, que o banco poderá ser considerado 100% sanado, sem que erros do passado atrapalhem mais seu desempenho.
Em outras palavras, é a partir de 2015 que o investimento deve começar a se pagar. É também nesse horizonte de tempo que um novo plano para o Votorantim tende a ser colocado em prática. A ideia acalentada, hoje, é fazer uma oferta inicial de ações do banco, replicando o modelo já testado neste ano com a BB Seguridade, empresa de seguros, previdência e capitalização do BB.
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domingo, 9 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Financiamento de Veiculos sem entrada compensa?
Meus Amigos
Uma modalidade que
contribui para movimentar o setor automobilístico, o financiamentos de veículos
que possui uma grande demanda, mas ao mesmo tempo é prejudicada pelo alto
índice de inadimplência do consumidor brasileiro. Com base em estudos de
mercado e analise de especialistas, surgiu uma pergunta de interesse para cada
brasileiro. Vale a pena financiar seu veiculo sem entrada?
Com muitas ofertas de
financiamentos feitas por vários bancos e instituições financeiras somadas a
uma grande demanda por compra de veículos, podemos concluir que uma fatia do
bolo das montadoras esta completamente ligada à oferta de credito. Mas a teoria
não é tão simples assim quando introduzimos a pratica, onde o índice de
consumidores com pendências financeiras seja interno com os bancos e
financeiras, ou externas com os órgãos de proteção ao crédito, acabam
emperrando o aumento do volume de vendas nesse segmento. Situações que não são
boas para ambos os lados, onde consumidor perde o acesso ao credito, comercio
perde vendas de veículos, instituições financeiras perdem volume de negócios.
Mas a pergunta que desperta curiosidade na cabeça de cada cidadão. De onde
surgiu tanta inadimplência? Compensa financiar um veiculo sem ofertar entrada?
Financiar veicula sem
entrada é uma opção sedutora e até mesmo atrativa para quem deseja adquirir o
bem sem precisar dispor de capital imediato, mas o mercado tem suas especificidades.
Pesquisas internas de varias instituições financeiras chegaram a conclusões que
boa parte da inadimplência é oriunda de planejamentos inadequados, como o
credito incompatível com a renda mensal. Muitos especialistas e analistas de
creditos entendem que trinta por cento da renda é o máximo que um consumidor
consegue pagar mensalmente sem prejudicar as demais despesas mensais. Mas não
devemos deixar de discutir alguns fatores abaixo:
Planejamento
Financeiro
A grande massa de
consumidores brasileiros ainda não sabe lidar com dinheiro, sem contar com o
impulso de consumir. Como relata o especialista Gustavo Cerbasi, “consumir é um
ato de prazer, mas não podemos consumir sem a devida responsabilidade”, ou
seja, um prazer imediato que pode proporcionar prazer imediato, mas em longo
prazo pode ocasionar tristeza, remorso, angustia e baixa estima por vários
anos. Para quem admite passar com essa dificuldade, tenho uma dica
interessante. Sempre que estiver em situações de consumo ou financiamento, faça
uma pergunta para si mesmo: Eu Quero ou
Preciso? Essa pergunta da uma resposta imediata se a situação que você se
encontrar esta baseada em consumo por prazer ou uma real necessidade de compra.
Comissões
de Lojas e Foco no Cliente:
As lojas de veículos,
principalmente de usados trabalham com foco na venda imediata, sendo que em muitas
vezes o famoso “retorno”, comissão dada pelas instituições aos lojistas acaba
gerando aumento no valor da parcela e prazo final do contrato, alem de
contribuir para insatisfação do cliente em longo prazo. Claro que não podemos
generalizar, existe lojistas honestos que trabalham corretamente, mas nesse
segmento criou-se a cultura do retorno e o foco na venda do veiculo deixou de
ser a prioridade principal. Não vejo problema nenhum em lojistas receberem
comissões por suas vendas, mas extrapolar limites gerando prejuízo aos clientes
é uma situação que deve ser contida imediatamente. Minha dica é pesquisar
preços em varias lojas e buscar informações sobre o veiculo e financiamento a
ser efetuado.
Analise
de Credito das Instituições Financeiras:
Um problema que também deve
ser discutido socialmente, pois o critério de concessão de credito tem muita
diferença entre uma instituição e outra, sem contar que algumas vezes uma loja
tem prioridades de aprovação dependendo do seu fluxo de clientes. Em minha
opinião os critérios bancários devem ser respeitados, mas ressalto que o foco
no cliente em longo prazo pode ser mais rentável que lucrar excessivamente em uma
única operação. O Cliente satisfeito pode comprar um veiculo novamente como
adquirir outros produtos bancários, isso sim é inteligência comercial.
Com todas as citações
acima entendo que criar a cultura do planejamento financeiro nos pais mais as
contribuições de lojas e instituições financeiras será fundamental para
oxigenar nossa economia nesse segmento. Mas não adianta uma legislação mais rígida
sem o comprometimento de todas as partes, afinal o coletivo faz toda a
diferença para construirmos uma sociedade melhor.
Forte Abraço
Thiago Zavatti
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Instituições Financeiras sabem relacionar-se com Clientes?
Meus
Amigos
Hoje
quero comentar sobre estratégias de Marketing de Relacionamentos no segmento de
financeiras, assunto pouco debatido, mas seus impactos tanto positivos como
negativos afetam clientes a longo prazo e pode prejudicar o setor de credito na
sociedade brasileira.
Vou falar
especificamente dos empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do
INSS, produto lançado ha mais de dez anos que têm tido excelentes margens de
lucros para instituições financeiras, sendo que algumas delas sobrevivem apenas
dessa operação. Embora essa linha de crédito tem suas atratividades para os
clientes devido as taxas mais baixas e para os bancos devido ao baixo risco de
inadimplência mais margens de lucros, essas operações possuem diversos riscos
que tem gerado polêmicas e transtornos para milhares de clientes em todo o
Brasil, como fraudes, estelionatos e informações enganosas.
Uma linha
especifica dessa operação é a Compra de Divida, onde o cliente tem a opção de
trocar de uma instituição financeira para outra por vários motivos, seja
por taxas mais atrativas, seja por instituição financeira mais desejada ou
pretensão de outra natureza. Na teoria é simples, não tendo satisfação com
a atual instituição ou um plano de uma outra instituição que atenda melhor suas
necessidades, basta trocar. Mas na pratica a história é outra, a grande maioria
das instituições dificultam, burocratizam e até mesmo chegam a negar quitações
aos clientes, sendo que em muitas vezes é mais fácil adquirir o credito do que
liquidar. Entendo ser estranho esse tipo de comportamento e não acho natural o
cliente ser prejudicado por estar querendo algo que é direito seu, seja
quitação ou trocar por instituição que deseja. Desde que trabalhei em
financeiras até hoje me pergunto sempre, porque não procuram atender bem o
cliente, criar boas formas de relacionamentos para que o mesmo não procure
outras instituições para negociar? Um cliente bem atendido dificilmente vai negociar
na concorrência, no mínimo ele vai tentar negociar com a mesma empresa
novamente. Sempre escutei que a concorrência melhora o mercado, mas sem as boas
praticas de relacionamentos e uma legislação que não é aplicada, o mercado
perde seus rumos, como aconteceu no segmento de veículos, onde a imensa massa
de lojistas optaram focar ganhos de retorno nas operações financeiras ao invés
de venderem os carros que sempre foram focos em suas negociações.
Esse
segmento de empréstimos consignados é bom, promissor, mas ainda engatinha
quando entendemos por excelência de mercado em prestação de serviços. O
Marketing de Relacionamentos é uma das mais fortes armas do futuro e ela deve
ser estimulada cada vez mais por empresas, mas se continuarmos com essas
teorias mesquinhas, medievais e ultrapassadas, jamais teremos progresso nessa
modalidade. Como diria Philip Kotler, "As pessoas se importam mais com
empresas que se importam com elas", entendo que essa frase diz tudo, ou
seja, as instituições financeiras devem criar formas de estreitar
relacionamentos, conhecer de perto seus clientes. Somente assim vamos ter um
mercado competitivo, transparente e promissor na sociedade brasileira.
Atenciosamente
Thiago
Zavatti
sábado, 25 de maio de 2013
O que é ser Rico?
Meus Amigos
Video de Gustavo Cerbasi sobre a mentalidade de ser rico.
Vejam na Integra
http://youtu.be/1K7UlfI2tXg
Video de Gustavo Cerbasi sobre a mentalidade de ser rico.
Vejam na Integra
http://youtu.be/1K7UlfI2tXg
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Quer programar uma viagem? Casamento? Cirurgia Plastica? Cursos? Saiba sobre as vantagens do Consórcio de Serviços.
Meus Amigos
No post de hoje quero comentar sobre uma modalidade de serviços bem interessante que esta ligada a indústria do bem estar e pouco conhecida pelos consumidores, o Consórcio de Serviços.
O Consórcio de Serviços tem o mesmo objetivo que as demais modalidades, ou seja, poupar para consumir, poupança com objetivo definido. Essa modalidade de consórcio vem crescendo gradativamente no mercado nacional devido a demanda de serviços em todo o Brasil, nesse caso, especificamente para cirurgias, festas, cursos e viagens.
Estética: Para as mulheres e homens que desejam e necessitam de cirurgias estéticas, como plásticas, implantação de silicones e reparadoras, o consorcio proporciona a programação da cirurgia e seus respectivos prazos, pois em casos do cliente não ser contemplado, têm a opção de agendar a cirurgia após o termino do grupo além da vantagem econômica paga ao final do contrato.
Viagens: Os consumidores que pretendem programar uma viagem e não dispõem de capital no momento, possuem a vantagem de programar antecipadamente e economizar a longo prazo.
Educação: No caso de cursos, graduação, pós graduação, MBA, entre outros, o prazo determinado para iniciar o curso é primordial para o consumidor não perder dinheiro a longo prazo, pois os cursos negociados a vista proporcionam bons descontos, mas o cliente deve estar contemplado para adquirir o beneficio.
Casamentos e Festas de Formaturas: No caso dos casamentos e festas de formaturas, o consorcio se torna atrativo, pois o cliente não precisa ficar preso a buffets através de contratos e possui a vantagem de trocar alguma empresa contratada que não estiver atendendo conforme suas expectativas ou até mesmo em casos de desistência do casamento onde ambos podem utilizar o crédito para outras coisas, afinal o consumidor contemplado esta com o capital para negociar a vista.
Uma dica para quem se interessou por essa modalidade de serviços é que ela não deve ser negociada para quem precisa do capital a curto prazo, como sempre orientamos, o consórcio é uma compra programada e exige disciplina e planejamento para que o consumidor consiga fechar uma fantástica negociação.
Forte Abraço
Thiago Zavatti
Gerente de Relacionamentos
Robobens Consórcios
Tutu Financeira - Correspondente Bancario
(19) 3023 9132
(19) 9609 4455
quinta-feira, 23 de maio de 2013
PROCON focaliza instituições financeiras em Rio Claro
Meus Amigos
Conforme comentei no ultimo post, sou totalmente favorável a fiscalização as empresas de credito em Rio Claro, falo com muita propriedade por atuar nesse mercado há mais de dez anos.
Quero comentar alguns trechos da entrevista do Diretor do Procon de Rio Claro Sérgio Santoro ao Jornal Cidade.
Concordo que é lamentável que existem pessoas que acompanham clientes até o caixa dos bancos alegando que tem taxas a serem pagas no ato, mas a verdade é que todas as taxas das operações de créditos são embutidas nas parcelas, ou seja, o cliente não deve pagar nenhuma tarifa a parte para nenhuma instituição financeiras. Quero ressaltar que nas operações de empréstimos consignados o credito só pode ser concedido por duas formas: conta corrente do beneficiário ou ordem de pagamento diretamente ao beneficiário. Na segunda opção é a mais perigosa, onde já ocorreram diversos casos referentes a fraudes e estelionatos.
Um fato que esta acontecendo na cidade de Rio Claro e que não foi comentado na entrevista é sobre as compras de dividas, onde o cliente possui direitos de trocar de instituição financeiras, seja por taxas menores ou até mesmo por opção. Quando atendemos os nossos clientes, procuram desenvolver relacionamentos estreitos para que os mesmos sempre nos procurem quando necessitarem de créditos, mas muitas instituições financeiras e até mesmo algumas de grande porte preferem "enrolar" o cliente quando o mesmo solicita a quitação ao invés de atender com eficiência a sua solicitação. Entendo que as instituições devem defender suas carteiras, mas não a ponto de prejudicar um cliente que um dia procurou a instituição para negociar uma operação de crédito.
Ao contrario de muitas pessoas que atuam no segmento de financeiras, eu não considero antipatia essa ação do Procon em investigar financeiras, pois temos total consciência do serviços que prestamos aos nossos clientes além da transparência nas negociações. Mas ressalto que para coibir historias tristes como essas, os clientes precisam questionar mais sobre as propostas que recebem, inclusive duvidar quando ofertam valores muito altos. Devem questionar seus direitos e acima de tudo, exigir além da qualidade do atendimento, transparência nas negociações, devem exigir competência.
Segue abaixo o link da entrevista do Diretor do Procon Sérgio Santoro ao Jornal Cidade de Rio Claro.
http://jornalcidade.net/105061
quarta-feira, 22 de maio de 2013
PROCON ABRE INVESTIGAÇÃO CONTRA FINANCEIRAS EM RIO CLARO
PROCON ABRE INVESTIGAÇÃO CONTRA FINANCEIRAS EM RIO CLARO
Segue abaixo reportagem no Canal Rio Claro referente as investigações contra financeiras em Rio Claro:
Meus Amigos
Sou totalmente favorável a iniciativa do PROCON contra as praticas negativas de negociações de credito. Quem me conhece sabe que atuo nesse ramo há mais de 10 anos. Sempre procuramos trabalhar com direcionamento as necessidades dos clientes, desde o atendimento, identificação do seu problema financeiro até a efetuação do credito em suas mãos.
Mesmo com toda a prestação de serviços que procuramos fazer da melhor forma possível, nos deparamos com varias situações de concorrências onde induzem o consumidor ao erro através de promessas falsas e errôneas que resultam em dividas para os clientes a longo prazo, além da insatisfação e situação prejudicial a credibilidade do mercado.
Fato, grande parte do consumidor brasileiro não esta preparado para lidar com administração financeira, seja por motivos culturais ou educacionais. Seria necessário um programa de educação financeira a longo prazo para resolver situações como essas além de uma legislação mais eficaz.
O consumidor tem plenos direitos de lutar pelos seus direitos através do Procon e Banco Central, mas só isso não basta. Acredito que uma legislação mais eficaz e devidas punições para os infratores podem coibir futuras praticas negativas de credito.
Segue dicas para clientes que necessitam de credito:
1 - Saiba avaliar a proposta que esta recebendo, QUESTIONE;
2 - Procure referencias sobre a instituição que esteja negociando, em caso de correspondente, o banco que ira conceder o credito na operação;
3 - Consulte pelo menos umas três instituições antes de fechar um contrato, isso ajuda muito a analisar propostas, principalmente quando são prometidos créditos ilusórios.
Forte Abraço
Thiago Zavatti
Matéria na Integra
Meus Amigos
Minha primeira postagem nesse blog começa com um assunto interessante para todos, o investimento na casa própria. Nos últimos dia 6/5/2013 estivemos no Show do Meio Dia sendo entrevistados por Serginho Carnevale, onde conversamos sobre as vantagens do Consorcio sobre o Financiamento para quem pretende investir em Imóveis.
Segue abaixo um link que recomendo para todos assistirem. Uma entrevista com o Consultor Financeiro Gustavo Cerbasi que ressalta as vantagens do Consorcio sobre o financiamento. Vale a pena conferir.
http://youtu.be/RLGQ2suRxOc
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